Farda de Gala
Se fosse a obedecer a uma ordem cronológica, este tema deveria ser abordado lá mais para diante. Acontece que na sequência de observações efectuadas no tópico "Botas à Pára-quedista" e, por ser imperioso que os estimados leitores deste blogue, não
sejam induzidos em erro, impunha-se a bem da verdade e do direito à informação, a referência imediata, concisa e precisa, sobre a utilização dos cordões brancos, usados nas botas dos pára-quedistas, com o seu natural enquadramento específico, ou seja: A farda de gala.
Convém esclarecer entretanto, que a denominação de Farda de Gala, não tem associação directa com o conceito de "galifão", porque isso, regra geral, éramos em qualquer circunstância. Concretamente, trata-se do fardamento que utilizávamos em cerimónias oficiais (desfiles, paradas, funerais, etc.).
Se em situações normais já os pára-quedistas eram alvo de atenção, agora, imaginem caros leitores, com o camuflado limpinho; luvas brancas; botas a reluzentes com os cordões brancos; Lenço de pescoço colorido (cada Companhia tinha uma cor diferente), e com a "cagança" ao mais alto nível… fazíamos mesmo furor.
A imagem aqui representada, gentilmente cedida pelo meu amigo Jorge Martins, sendo da década de 80, ilustra muito bem a pose altiva que era denominador comum, reflexo do orgulho que sentíamos em representar a força militar que nos iria marcar para sempre.
Se fomos os pioneiros em muitas formas de expressão militar, há património que reivindicamos justamente como nosso, dos Pára-quedistas. Pode haver actualmente "colagens" ou cópias, mas a matriz é nossa. Isso ninguém nos tira!
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Junho 10, 2007 às 4:00 am
Vocês eram mesmo vaidosos! Deus me livre, como eram vaidosos…
Junho 10, 2007 às 4:38 am
Cada Vez Melhor
Um Abraco
Junho 10, 2007 às 11:40 am
É tudo verdade… eu confirmo! Foi e ainda continua a ser um legado que só os pára-quedistas detêm no seu historial de valorosos soldados da pátria. Por Portugal… sempre!
Junho 10, 2007 às 11:50 am
É por acaso algum crime ser vaidoso e ter orgulho naquilo que realmente para nós o espirito das tropas pára-quedistas? Claro que não. E que bem que eu me sentia todo “boneco”, tipo capa de revista. Bem tinha-mos mesmo muita “cagança”.
Junho 10, 2007 às 4:51 pm
ESTE é o Jorge Martins? Mãezinha…
Bom, voltando à vaidade do fardamento: que mal tem ser vaidoso quando se tem agarrado ao pêlo uma coisa TÃO bonita? E quantos outros podem dizer que ficavam umas brasas na farda? E a mais bonita de todas sempre foi a vossa, seja feita justiça (pelo menos eu sempre achei, e como sou mulher… EU É QUE SEI!)
Força, Moreira! Tu também sabes.
Junho 11, 2007 às 2:21 pm
Hum…é melhor mudar o “modelo”…luva por abotoar, calça acima do meio da bota, pala do bolso direito da calça desabotoado…faz o favor de descobrir quem é e mandar executar uma completa de 20!!
rsrsrsr
Junho 11, 2007 às 4:13 pm
Ai que bonitinho!…
Amo os páraquedistas. Só eles me fazem perder o sono.
Junho 19, 2007 às 9:55 pm
É verdade amigo Moreira…mesmo cagança, só mesmo os páras se uniformizavam corretamente, eu me orgulho de ser cagão..No nosso tempo lembro-me que no jornal Boina Verde uma caricatura que dizia o seguinte: Quem não é Pára, é maricas….Um abraço para o pessoal da 1ª de 72
Novembro 4, 2007 às 8:06 pm
Cara de puto!!!
Abraço amigo JMartins
Julho 7, 2009 às 11:06 am
Falta o pormenor da bandoleira da arma ser branca assim como o cinturao.
Setembro 12, 2010 às 10:14 am
É realmente um orgulho para quem envergou uma Boina Verde,e principalmente com a farda azul ,que era a que era usada quando tive o previlégio,e a honra de fazer parte de tão gloriosa tropa de élite,ver a aqui esta foto do